Atletas da ACERGS participam da 6ª Etapa do Circuito SESC de Corridas

No último domingo (28/04) realizou-se na cidade de Camaquã a 6ª Etapa do Circuito SESC de Corridas de Rua 2019 com largada às 9 horas em frente a sede do SESC. Esta etapa contou com a participação de mais de 700 atletas profissionais e amadores nas categorias infantil, com 1km e 2km; adulto com 3km, 5km, 10km; Deficiente Visual 5km e 10km.

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul foi representada por 3 atletas e 2 guias parceiros do Grupo Sexto Sentido RS nas distâncias 5km e 10km.

Confira os resultados da Categoria Deficiente Visual: 
5km – Masculino
1° Lugar – Marcelo Vieira Silveira – Tempo 0023:54
2° Lugar – Egídio Thomaz e Guia Flávio Roza (Projeto Sexto Sentido RS) – Tempo 00:53:59

10km – Masculino
1° Lugar – Guaracy Machado Fernandes e Guia Antonio Cardoso (Projeto Sexto Sentido RS) – Tempo 00:55:25

Os resultados de todas as etapas contam pontos para o Ranking da categoria e classificação para a grande final estadual em Torres/RS.

Aproxima etapa será na cidade de Rio Grande/RS, domingo, dia 5 de Maio.

A participação nestes eventos foi uma ação do Departamento de Esportes e Cultura da ACERGS em parceria com o SESC/FecomercioRS.

Descrição da Foto: Imagem em orientação paisagem. Atletas da ACERGS e Guias do Grupo Sexto Sentido RS reunidos para o registro fotográfico. Cada um está com sua medalha e vestem o uniforme da instituição e camisa da parceria Sexto Sentido RS/IESA/ACERGS. Fim da descrição.
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Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

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