Equipe de Judô da ACERGS em São Paulo!

A equipe de judô da ACERGS embarcou neste domingo, 26 de outubro, rumo a São Paulo, para disputar o Grand Prix de Judô Paralímpico da CBDV, que acontece entre os dias 26 e 28 de outubro de 2025, no Centro de Treinamento Paralímpico Brasileiro. 🇧🇷

Agradecemos imensamente o apoio da @cbcpoficial, responsável pelas passagens aéreas da equipe da ACERGS — sem esse suporte, não seria possível levarmos nossa equipe completa para essa importante competição. 👏💪

Desejamos boa sorte a todos os atletas que representarão com garra e determinação o esporte paralímpico gaúcho! 🖤💛

@cbdvoficial @cbcpoficial #ACERGS #JudôParalímpico #EsporteInclusivo #CBDV #CBCP #EsporteParaTodos #Paradesporto #TimeGaúcho

Grupo de pessoas, sendo a maioria com deficiência visual, posando para uma foto em um ambiente interno, provavelmente um aeroporto. Muitas delas estão usando bengalas brancas, típicas de pessoas cegas, e roupas esportivas. Vários do grupo vestem jaquetas laranjas, enquanto outros estão com camisetas brancas com logomarcas e mochilas. Atrás do grupo há um grande mural colorido representando elementos do transporte, como aviões, navio e paisagens urbanas estilizadas. O ambiente tem paredes cinzas, e ao fundo também há uma porta metálica grande. O grupo parece estar animado e pronto para uma viagem ou evento especial.
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Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

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