Judoca da ACERGS/UFRGS Anderson Wassian é convocado para II Fase de Treinamento da Seleção Brasileira

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul e sua Equipe de Judô Paralímpico ACERGS/UFRGS comemoram a convocação do atleta Anderson Wassian da Silva para a II Fase de Treinamento que sera realizada entre os dias 7 e 15 de Março no Centro de Treinamento Paralímpico (CTP) em São Paulo/SP.

A equipe vem se preparando para as competições do calendário 2019 e a notícia da convocação do Anderson é um grande reconhecimento deste importante trabalho que envolve todos os atletas e comissão técnica do time de Judô da ACERGS em parceria com o Projeto Bugre Lucena da UFRGS – Universidade Federal do Rio Grande do Sul.

Os 16 atletas convocados, das diversas localidades do Brasil, incluindo Anderson , permanecem no CTP para integrarem suas equipes no Grand Prix Internacional INFRAERO de Judô Paralímpico e a Copa Antônio Tenório de Judô Paralímpico no dia 16 de Março.

Descrição da imagem: Foto em orientação paisagem destaca Judoca Anderson Wassian em treino com o judoca David Garcia da Espanha. Os dois atletas estão em pé e usam kimonos azuis. Eles travam disputa de pegada. Fim da descrição.

Comunicação ACERGS
Coordenação Rafael Martins dos Santos
Texto: Gustavo Schumacher.
Fonte: Tadeu Casqueira/CBDV.

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Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

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