A importância da Orientação e Mobilidade oferecida pela ACERGS

#INCLUASEDIGASIM #ACERGS2018

A Orientação e Mobilidade (OM) é uma oficina oferecida pela Associação de Cegos do Rio Grande do Sul que ensina as pessoas com cegueira as técnicas específicas de proteção e exploração do ambiente, com ênfase a utilização da bengala longa, em atividades práticas nos ambientes internos e externos.

Segundo último censo do IBGE, no Brasil cerca de 6,5 milhões de pessoas possuem deficiência visual. Assim, disponibilizar este treinamento é promover o direito de ir e vir de pessoas cegas ou com baixa visão na sociedade.

A ACERGS oferece este atendimento de forma gratuita à comunidade de pessoas com deficiência visual. Abaixo temos o senhor Claudinei, o qual vem semanalmente de Encruzilhada do Sul para aprender a técnica.
Agradecemos a confiança em nossa equipe, e a Secretaria de Saúde daquele município a disponibilidade do transporte para se fazer possível o processo de reabilitação.

Descrição da imagem: mosaico com duas fotos em orientação retrato da primeira aula do senhor Claudinei. A primeira, a esquerda, o instrutor da oficina de Orientação e Mobilidade, Vilmar, e ao seu lado Claudinei segurando a bengala. Ambos estão na entrada da ACERGS.
A foto a direita destaca Claudinei que caminha com a bengala e Vilmar, perto do mesmo, o orienta. Fim da descrição.

#PraCegoVer #ParaTodasVerem

Like
Like Love Haha Wow Sad Angry

Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *