Grupo Inclusão sem Fronteiras ACERGS rumo à formatura no CTG Pousada da Figueira

Os participantes do grupo de dança e cultura tradicionalista da Associação de Cegos do Rio Grande do Sul, Inclusão sem Fronteiras, estão a poucos dias de encerrar a formação do aprendizado dos oito estilos de dança gaúcha mais frequentes nos bailes tradicionalistas.

As aulas, que vem ocorrendo desde dezembro no Centro de Tradições Gaúchas Pousada da Figueira, ministradas pelos professores Luciana, Marcelo, Isabel e Tiago além da especial acolhida do patrão João, tem contribuído para o grande desenvolvimento de cada aluno e permitindo um ambiente de inclusão plena entre os participantes.

A formatura com a participação do grupo Inclusão sem Fronteiras ocorrerá no dia 26 de janeiro, sábado, a partir das 20h30, no próprio CTG, Estrada João de Oliveira Remião 6791( Lomba do Pinheiro) Parada 17 . 
Ingressos e informações complementares para o jantar baile podem ser verificadas com a coordenadora Janete Rhuana, telefone WhatsApp: 51 98154-4010

Será uma alegria contar com a sua presença.

Descrição da imagem: foto em orientação paisagem destaca 8 pessoas. Homens com bombacha e mulheres com vestido de prenda intercalados e posando para a foto. Fim da descrição.
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Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

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