Pedal da ACERGS agita com o MUTRIAC na Orla do Guaíba

Neste último sábado, 10 de agosto, cerca de 100 pessoas agitaram e se envolveram na atividade do Mutirão de Inclusão e Acessibilidade – MUTRIAC- realizado pelos grupos de escoteiros do quinto Distrito da cidade de Porto Alegre.

Em meio a muita diversão e amizade, ciclistas experientes, escoteiros e colegas com deficiência visual se somaram em uma tarde emocionante que finalizou com um lindo pôr do sol.

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul agradece o convite para a atividade e a todos os parceiros que viabilizaram esse belíssimo momento. Foi uma excelente oportunidade para ciclistas cegos e com baixa visão das cidades de Porto Alegre, Caxias do Sul, Gravataí, Novo Hamburgo, São Leopoldo e Cachoeirinha compartilharem uma mesma pedalada.

Agradecimento especial ao Grupo Escoteiro Laçador 358 / RSGrupo Escoteiro Ana TerraGrupos Escoteiros Isaac Bauler e Mate AmargoGrupo Escoteiro Marechal RondonPedAlegre Clube de CiclismoArmelin Zona Sul ConfeitariaShopping TOTAL – Porto Alegre e Yellow Bikes por todo apoio.

Descrição da imagem: foto em orientação paisagem destaca grupo de ciclistas e escoteiros posando para foto com uma bicicleta de dois lugares tanden a frente. Fim da descrição.
Descrição da  imagem: foto em orientação paisagem destaca dezenas de ciclistas em bicicletas ocupando via da região da orla do guaíba.
Fim da descrição.

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Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

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