PROGRAMA DE HABILITAÇÃO REABILITAÇÃO E DE APRENDIZAGEM ACERGS

No mês de Abril de 2019, voltou a funcionar com força total o programa de habilitação, reabilitação e de aprendizagem na ACERGS.

O programa consiste na oficina de orientação e mobilidade, Atividades da vida Diária, Oficina de Sistema Braille bem como Oficina de informática e dispositivos móveis, todos com acompanhamento pelo serviço social e psicológico da entidade.

Por meio do patrocínio da empresa ATACADÃO S.A, em projeto habilitado no fundo municipal do idoso, foi possível retomar as atividades que estavam parcialmente paralisadas na ACERGS.

” O apoio também viabiliza a sustentabilidade financeira da instituição durante o ano de 2019, “destacou o 1º Vice-Presidente Maicon Tadler, ao mesmo tempo que reiterou a importância dos patrocínios a ACERGS. 

A Associação de cegos do Rio Grande do Sul, juntamente com todos os usuários que precisam dos atendimentos disponibilizados agradecem ao ATACADÃO S.A pela sua parceria e compromisso com as pessoas com deficiência visual e familiares.

Descrição da imagem: Mosaico com 4 fotos. A 1ª, um homem idoso descendo uma escada de bengala. 2ª Uma jovem preparando algo no fogão. 3ª Mãos sobre uma folha com escritos em Braille. 4ª Laboratório de informática com várias pessoas. Fim da descrição

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Sobre ACERGS

A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (ACERGS), fundada em 20 de outubro de 1967, é uma instituição assistencial para pessoas cegas ou com baixa visão, sendo dirigida por deficientes visuais. Atua na busca da inclusão de seus usuários na vida comunitária e no mercado de trabalho, através da promoção de oficinas de reabilitação, qualificação profissional, geração de renda e empregabilidade, prática paradesportiva e atividades socioculturais. A ACERGS também é uma entidade de defesa de direitos das pessoas com cegueira e baixa visão e todas as ações desenvolvidas pela instituição visam a autonomia e independência dos deficientes visuais e, assim, geram melhora da auto-estima, autoconfiança e segurança no ir e vir dessas pessoas. Por outro lado, essas ações contribuem para que a família tenha uma melhor compreensão do seu papel em relação à pessoa com deficiência. Uma pessoa cega ou com baixa visão, que acredite em si mesma, que tenha o apoio da família e da sociedade, que receba um treinamento adequado para ter acesso à informação, conhecerá um sentimento denominado dignidade e terá acesso pleno à cidadania.

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